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CATRALVOS apresenta as novas colheitas da gama TOJO

Catralvos, projeto vitivinícola e de enoturismo em Azeitão, apresenta as mais recentes colheitas da gama TOJO – Terroir Atlântico. Das novidades fazem parte o TOJO Blanc de Noirs Branco, o TOJO Lágrima Rosé, o TOJO Indígenas Branco e o TOJO Curtimenta Branco, todos da vindima de 2025. Estas novas colheitas reforçam a identidade da gama TOJO, que se afirma como a expressão mais exploratória da propriedade, onde diferentes interpretações das castas Arinto e Castelão revelam toda a autenticidade do terroir atlântico de Azeitão.

A gama TOJO é uma coleção de vinhos de edição limitada que nasceu da vontade de interpretar diferentes expressões das castas Arinto e Castelão, explorando a influência de um terroir singular marcado pela proximidade ao Oceano Atlântico. Assente numa filosofia de intervenção mínima e baixo teor alcoólico, traduz-se em vinhos elegantes e gastronómicos. As vinhas, localizadas a apenas quatro quilómetros do mar e protegidas pela Serra da Arrábida dos ventos costeiros, beneficiam de maturações lentas e equilibradas, dando origem a vinhos de forte identidade e profunda ligação à sua origem.

TOJO Blanc de Noirs Branco 2025, elaborado exclusivamente a partir da casta Castelão, revela uma expressão surpreendente desta variedade, dando origem a um branco elegante, fresco e estruturado. Produzido a partir do mosto que escorre livremente da prensa e com um estágio de seis meses sobre borras finas, este branco de tonalidade amarelo esverdeado apresenta aromas de maçã, pera, flores brancas e um subtil apontamento de hortelã. Na boca destaca-se pela suavidade, envolvência e equilíbrio, tornando-se uma excelente opção para acompanhar saladas, mariscos e pratos de peixe.

Também elaborado a partir da casta Castelão, no TOJO Lágrima Rosé 2025, as uvas foram colhidas precocemente para preservar toda a sua frescura, dando origem a um vinho produzido apenas a partir do mosto que escorre livremente da prensa – a chamada “lágrima”. De cor salmão ligeira, revela aromas de framboesa fresca e flores brancas. Na boca destaca-se pela suavidade, frescura e acidez equilibrada, culminando num final subtilmente salino. Ideal para as refeições mais leves do verão, harmoniza na perfeição com aperitivos, entradas e mariscos. Sugere-se também como acompanhamento de carpaccio de vaca, creme de abóbora ou percebes. A sua versatilidade torna-o ainda uma excelente harmonização para pratos da gastronomia indiana e nepalesa.

A partir da casta Arinto nascem duas expressões distintaso TOJO Indígenas Branco 2025 e o TOJO Curtimenta Branco 2025.

Proveniente de uma parcela de solo argiloso, o TOJO Indígenas Branco 2025 fermentou com. leveduras indígenas, parte em barricas usadas de carvalho francês e parte em inox, seguido de um estágio de 9 meses sob borras finas nas barricas e no depósito de inox. De tonalidade amarelo esverdeado, este vinho apresenta notas cítricas e uma mineralidade marcante e complexa, com alguma pólvora e notas de barricas. Na boca mostra-se envolvente, com acidez vibrante e um final muito longo e persistente. É a sugestão ideal para entradas, pratos de peixe, carnes brancas, porco preto, queijos e, como harmonização de sobremesas, tarte de maçã.

Também elaborado exclusivamente a partir da casta Arinto, mas proveniente de uma parcela de solo arenoso, o TOJO Curtimenta Branco 2025 distingue-se pela fermentação espontânea com as películas, à semelhança de um vinho tinto. Após a fermentação, permanece em maceração durante três meses antes de ser engarrafado sem filtração nem estabilizaçãoDe cor amarela,apresenta aromas de marmelo, damasco e mel de esteva. Na boca, é muito envolvente e estruturado, culminando num final longo, persistente e salino. A acompanhar sugerem-se pratos como Bacalhau à Brás ou Bacalhau à Gomes de Sá, tacos de frango e outros pratos da gastronomia mexicana.

Com produções limitadas, a gama TOJO reafirma a aposta de Catralvos em vinhos de identidade própria, onde cada referência expressa de forma singular as castas Arinto e Castelão e o terroir atlântico de Azeitão.

A revista Paixão Pelo Vinho provou e classificou, em 2019, mais de mil vinhos em prova cega. Os vinhos e espumantes que se destacaram pelas sedutoras características sensoriais, foram oficialmente premiados, recebendo as distinções “Paixão Pelo Vinho Prestígio”, Paixão Pelo Vinho Excelência” e “Paixão Pelo Vinho Escolha”. O evento realizou-se no passado dia 7 de março e foi partilhado pelos leitores e apreciadores de vinhos, que puderam participar, aplaudir, provar, aprender e brindar! 

O ponto alto de todas as publicações especializadas é sempre o dia em que se festeja o setor, que recebe todas as atenções durante o ano, e se entregam os prémios aos melhores. Assim aconteceu, também, com a revista Paixão Pelo Vinho que, no passado dia 7 de março, juntou produtores e enólogos, para entregar os prémios aos melhores vinhos e espumantes, provados no decorrer de 2019, e celebrar numa festa vínica, que juntou mais de 1200 apreciadores de vinhos, no Hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa. 

O evento contou com a presença de uma seleção de premiados, que estiveram a dar a conhecer os seus vinhos, incluindo alguns convidados como Raríssimo By Osvaldo Amado, Quinta do Gradil e Enoport Wines, que aproveitaram a altura para fazer uma apresentação dos seus novos vinhos. Outro ponto alto do evento foi o ciclo de “Conversas com os Enólogos”, num espaço que esteve sempre esgotado e proporcionou a prova comentada de vinhos especiais, apresentados pelos seus enólogos.Foram provados e avaliados mais de mil vinhos, espumantes e aguardentes vínicas no decorrer de 2019. Destes, um total de 68 foram premiados, com maior destaque para a região do Douro, que arrecadou 28 distinções. 

A festa vínica juntou mais de 1200 apreciadores de vinhos, no Hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa.
PAIXÃO PELO VINHO PRESTÍGIO

O prémio Paixão Pelo Vinho “Prestígio”, coube a oito produtores. Entre eles, três vinhos tintos, todos DOC Douro: Costa Boal Homenagem Douro tinto Grande Reserva 2011, da Costa Boal Family Estates; Quinta da Manoella Vinhas Velhas tinto 2016, da Wine & Soul; e Quinta da Oliveirinha Vinha Franca tinto (Touriga Franca) 2013, produzido pela família Alves de Sousa. 

Apenas um vinho branco ganhou “Prestígio”, foi o Terrantez do Pico, com Indicação Geográfica Açores, da colheita de 2018, produzido pela Azores Wine Company. 

Os Vinhos do Porto Vintage 2017 também estiveram em destaque, arrecadando quatro destes prémios mais altos: Portal, da Quinta do Portal; Croft Quinta da Roeda Serikos e Taylor’s Vargellas Vinha Velha, ambos produzidos por Quinta & Vineyard Bottlers – Vinhos; e Quinta das Lamelas, de José António da Fonseca Augusto Guedes.

PAIXÃO PELO VINHO EXCELÊNCIA

A “Excelência”, prémio equivalente às habituais medalhas de ouro, foi entregue a 44 produtores. O Douro destacou-se e veio de lá o único Moscatel premiado – Adega de Favaios Moscatel 1989. A casta Touriga Nacional esteve presente em muitos dos vinhos premiados, como o Quinta da Gricha Talhão 8 tinto 2016, da Churchill Graham. A Quinta do Noval conquistou dois prémios, com os Quinta do Noval tinto Reserva 2016 e Porto Vintage 2017. Também a Quinta da Barca foi distinguida com “Excelência” para os Busto branco Grande Escolha 2017 e tinto Grande Escolha 2016. O Secretum Arinto 2018 e, do mesmo produtor, o Lua Cheia em Vinhas Velhas tinto de Vinhas Velhas Reserva Especial 2016 também foram distinguidos com ouro. Márcio Lopes Winemaker recebeu dois prémios, um para o vinho Proibido DOC Douro tinto de Vinhas Velhas Grande Reserva 2017 e para o Pequenos Rebentos Edição Especial Vinhas Velhas branco (Loureiro) Reserva 2018, DOC Vinho Verde. A casta Alvarinho foi premiada em duas interpretações: Dom Ponciano espumante Bruto Natural 2013 e Soalheiro Primeiras Vinhas 2018. 

A Bairrada destacou-se, com dois prémios para a Adega de Cantanhede: Marquês de Marialva Edição Especial 65 Anos, tinto Garrafeira 2001, da casta Baga; e Marquês de Marialva tinto de Vinhas Velhas Grande Reserva 2013. A região Tejo ficou bem representada, entre outros, pelos vinhos Desalmado tinto 2013 e pelo Bridão Private Collection tinto 2016, ambos da Adega do Cartaxo. 

O Scala Coeli tinto 2015, produzido pela Fundação Eugénio de Almeida; o Monte da Capela 18 Anos tinto Grande Reserva 2016, da Casa Clara; e Mamoré de Borba tinto Grande Reserva 2015, da Sovibor, são bons exemplos de vinhos imperdíveis nascidos no Alentejo. 

A ilha do Pico também brilhou com o Vinha Centenária branco 2017, as Azores Wine Company. Estes são apenas alguns exemplos, entre os melhores vinhos, premiados com Excelência.

PAIXÃO PELO VINHO ESCOLHA

Os prémios “Escolha” valorizam as melhores relações qualidade-preço, foram distinguidos 16 vinhos, como Castelo D’Arez Colheita Selecionada tinto 2016 e branco 2017, da Sociedade Agrícola da Arcebispa, e os Camolas Selection branco Reserva 2018 e tinto Reserva 2017, produzidos pela Adega Camolas, todos da Península de Setúbal, região que se destacou. A lista completa com todos os premiados, pode ser consultada na próxima edição da revista Paixão Pelo Vinho, nas bancas no final de março. Pode consultar todos os premiados na página seguinte.

Foram provados e avaliados mais de mil vinhos, espumantes e aguardentes vínicas no decorrer de 2019. Destes, um total de 68 foram premiados, com maior destaque para a região do Douro, que arrecadou 28 distinções. 
QUALIDADE E VALOR

Para Maria Helena Duarte, fundadora e diretora da revista Paixão Pelo Vinho, “é fundamental reconhecer a qualidade, já que os prémios para além de valorizarem os vinhos e exponenciarem a sua procura nos mercados, interno e externo, dinamizando a economia, também ajudam os apreciadores a escolher os vinhos certos para cada ocasião”. Já João Pereira Santos, diretor adjunto da publicação, destaca que “a qualidade dos vinhos portugueses está cada vez melhor, posicionando-os entre os melhores do mundo!”.

Com tantos e tão bons vinhos, não vão faltar razões para juntar família e amigos em jantares especiais, convívios, boas conversas e grandes brindes! Pode sempre ir acompanhando a seleção de vinhos através do nosso novo website: www.revistapaixaopelovinho.com.



> texto PPV > fotografia Ernesto Fonseca e Sérgio Sacoto
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