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Menin Company: Uma nova identidade para projetar o Douro no mundo

A mudança de nome para Menin Company marca uma nova fase na afirmação de um projeto duriense com ambição global. Mais do que um simples rebranding, a nova identidade traduz uma visão integrada que cruza vinho, território, hospitalidade e enoturismo, reforçando o posicionamento do grupo no segmento premium e super premium dos mercados internacionais.

A criação da Menin Company reflete a evolução natural de um projeto que deixou de se afirmar apenas como uma marca de vinhos para assumir a dimensão de um grupo com identidade própria e estratégia clara de crescimento. “A mudança de nome reflete a evolução da empresa e uma ambição maior, deixar de ser apenas uma marca de vinhos para nos tornarmos um grupo com identidade própria, mais claro, mais internacional e mais preparado para crescer de forma integrada”, afirma Fásia Braga, diretora-geral da Menin Company. E acrescenta, a “‘Menin Company’ transmite a visão de futuro que nos guia, uma visão que une vinho, território, hospitalidade e excelência”.

Segundo a responsável, a nova identidade permite uma comunicação mais eficaz junto dos mercados externos e reforça o posicionamento do grupo enquanto projeto global. “Trata-se de uma marca mais versátil, mais universal e com maior reconhecimento internacional. Facilita a comunicação com mercados estratégicos e reforça o nosso posicionamento enquanto grupo global, que atua a partir do Douro, mas com olhos no mundo”, sublinha.

Esta nova identidade é também uma plataforma de consistência para todas as marcas e projetos da Menin Company. 

O rebranding acompanha também uma visão integrada que cruza vinho, hospitalidade e enoturismo, assumindo-se como um pilar estratégico para o futuro. “A ambição é criar um destino de enoturismo de referência, onde cada detalhe comunica o Douro, com autenticidade, sofisticação e uma curadoria exigente da experiência”, explica Fásia Braga. A responsável acrescenta ainda que esta abordagem permite oferecer uma proposta de valor mais completa e diferenciadora.

Equilíbrio entre tradição e inovação

Um dos marcos mais relevantes desta fase de consolidação foi a aquisição da antiga Quinta Bulas, agora denominada Quinta da Foz do Ceira. Situada numa zona nobre do Cima Corgo, junto à foz do rio Ceira, a propriedade reforça a presença da Menin Company na região e acrescenta diversidade ao seu portfólio. “Esta aquisição representa a continuidade de uma visão muito clara de Rubens Menin, que percorreu as grandes regiões vinícolas da Europa — de França a Itália — e escolheu o Douro não só pela sua beleza e autenticidade, mas porque reconheceu aqui um potencial único no mundo. Acreditou, investiu e tem sido um impulsionador constante da excelência deste território”, destaca a diretora-geral. 

Com 53 hectares, dos quais nove de vinhas velhas, incluindo castas raras como a Rabigato Moreno, que não existe nas outras propriedades da Menin Company, a Quinta da Foz do Ceira permite aumentar a capacidade de produção em mais de 30%, mantendo uma abordagem coerente e respeitadora do terroir e a sua singularidade. Esta Quinta está virada para o Douro, junto à foz do rio Ceira, numa localização com condições naturais extraordinárias para a produção de vinhos com identidade e também para o desenvolvimento de experiências de enoturismo únicas.

Questionada se existem planos para mais aquisições ou expansão noutras regiões, Fásia Braga, relembra-nos que o “Douro é o nosso foco e continuará a ser o centro do projeto. Mas mantemos uma atitude aberta e estratégica perante novas oportunidades, sempre que fizerem sentido em termos de terroir, identidade e valor a longo prazo”.

Apesar dos desafios inerentes à geografia e à logística, o Douro continua a ser o foco do projeto. “O maior desafio é transformar essa dificuldade em valor. A grande oportunidade está na valorização da autenticidade: vinhas velhas, castas raras, paisagens únicas, história e profundidade. O mundo procura identidade — e o Douro tem-na em abundância”, afirma a responsável.

No centro da filosofia da Menin Company está o equilíbrio entre tradição e inovação. “Acreditamos que tradição e inovação não são opostos, mas sim complementares. Respeitamos as vinhas velhas, as castas autóctones e as práticas manuais, ao mesmo tempo que investimos em tecnologia, investigação e sustentabilidade. Tudo para que o vinho exprima o lugar da forma mais pura e precisa possível”, explica Fásia Braga. Esta abordagem é visível nas adegas do grupo, onde a vinificação por gravidade permite minimizar a intervenção mecânica e preservar a elegância dos vinhos.

Tanto a adega dos vinhos Menin Douro Estates em Gouvinhas, como na adega da HO Horta Osório, na Cumieira, utilizam um sistema de vinificação por gravidade que minimiza a intervenção mecânica. Em vez de bombas, o vinho desce naturalmente entre os diferentes níveis. Isto permite preservar melhor a estrutura, os aromas e a elegância de cada lote. É uma abordagem mais respeitosa e delicada.

O compromisso com a região reflete-se também na criação de emprego qualificado, no investimento em formação local e no trabalho com uma rede de produtores, técnicos e prestadores de serviços da região. Valorizam os recursos locais e acreditam num modelo de crescimento que cria valor para todos — do campo ao copo. “Temos um compromisso com a economia da região, mas também com a vertente social. Por isso criámos um programa ‘aCRESCEnta’ que tem apoiado várias associações da região com equipamentos e materiais que visam melhorar o dia-a-dia das pessoas”, indica a diretora-geral da Menin Company.

Posicionamento no segmento premium e super premium

Nos mercados internacionais, a Menin Company posiciona-se no segmento premium e super premium. “Os nossos vinhos são expressões modernas do Douro — elegantes, profundos e cheios de carácter”. Posicionam-se junto de importadores e consumidores que procuram autenticidade, raridade e consistência.

Com presença crescente em países como Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Dinamarca e Suíça. “Temos uma estratégia seletiva, baseada em relações de longo prazo e canais especializados. O crescimento tem sido consistente, e há uma procura crescente por vinhos com identidade e histórias verdadeiras”, indica Fásia Braga. 

Para o futuro, a ambição passa por crescer com consistência, aprofundar a ligação ao Douro, continuar a investir nas vinhas, consolidar a presença internacional, reforçar a aposta no enoturismo, com uma maior abrangência de ofertas e a entrada no setor da hospitalidade. “Queremos que a Menin Company seja uma marca global com alma duriense — exigente, sofisticada, mas profundamente ligada à terra”, conclui Fásia Braga

Rubens Menin apresent​ou os Vinhos do Porto 80 Anos

A Menin Company apresentou oficialmente os seus novos tesouros vínicos no restaurante DOP, no Porto. Em destaque estiveram os Vinhos do Porto Menin 80 Anos (White e Tawny), autênticas obras-primas da categoria Very Very Old, e novas colheitas de mesa que reforçam o posicionamento de prestígio da marca no Douro.

​O produtor Rubens Menin e a sua equipa apresentaram os novos vinhos da casa Menin num almoço memorável no restaurante DOP, do Chef Rui Paula, no Porto. O encontro marcou a estreia dos aguardados Vinhos do Porto Menin 80 Anos White e Tawny, além de novas colheitas de mesa que reforçam a identidade da marca no Douro.


Rubens Menin, investidor brasileiro apaixonado pela beleza e história do Douro, tem vindo a consolidar a marca Menin através da aquisição de adegas, vinhas e stocks, com o objetivo claro de posicioná-la como uma referência de prestígio internacional.


Mas, nesta ocasião, o protagonismo foi totalmente dos vinhos, com enologia de Tiago Alves de Sousa e Manuel Saldanha.

À chegada, fomos recebidos com o H.O Rosé Matrona 2023, um rosé fresco, seco e floral, de notável versatilidade. Ideal como aperitivo ou para acompanhar pratos leves de peixe e carnes brancas. Servido com pequenos snacks, mostrou-se à altura: elegante e equilibrado.

Os reis da ocasião: Portos Menin 80 Anos

Logo à mesa, surgiram as verdadeiras estrelas do dia, os Vinhos do Porto Menin 80 Anos, nas versões White e Tawny. Esta categoria “Very Very Old” (VVO) é ainda recente e distingue-se por exigir que todos os vinhos do lote tenham, no mínimo, 80 anos — um feito notável e uma prova de paciência, seleção e arte enológica.

Durante o almoço, foi fascinante observar a evolução dos vinhos no copo: aromas que se transformavam, texturas que ganhavam dimensão e uma elegância que emocionava. Ambos apresentaram uma complexidade aromática e delicadeza notáveis, sem nunca perder intensidade. São vinhos que contam histórias de gerações, verdadeiros monumentos líquidos do Douro, peças de coleção que transcendem o conceito de vinho, pois vêm encerradas em lindas garrafas de cristal. O almoço prosseguiu com uma série de harmonizações exemplares, perfeitas para cada um dos vinhos.

Um Douro de excelência

Os resultados falam por si. A equipa de enologia, liderada por Tiago Alves de Sousa, tem sabido interpretar com mestria o terroir duriense, elevando a Menin Company ao patamar dos grandes nomes do Douro.

Parabéns ao mentor Rubens Menin e à sua equipa, pela ousadia e pelo respeito pela tradição. Estes vinhos são mais do que novos lançamentos, são capítulos vivos da história do Douro.

Menin Grande Reserva DOC Douro Branco 2023

Menin D. Beatriz DOC Douro tinto 2020

Menin  Vintage 2022

Menin Porto White 80 Anos Porto Branco Very Very Old

Menin Porto Tawny 80 Anos Porto Tawny Very Very Old

Fotografias: Menin | Texto de Sérgio Ivan Santos

A revista Paixão Pelo Vinho provou e classificou, em 2019, mais de mil vinhos em prova cega. Os vinhos e espumantes que se destacaram pelas sedutoras características sensoriais, foram oficialmente premiados, recebendo as distinções “Paixão Pelo Vinho Prestígio”, Paixão Pelo Vinho Excelência” e “Paixão Pelo Vinho Escolha”. O evento realizou-se no passado dia 7 de março e foi partilhado pelos leitores e apreciadores de vinhos, que puderam participar, aplaudir, provar, aprender e brindar! 

O ponto alto de todas as publicações especializadas é sempre o dia em que se festeja o setor, que recebe todas as atenções durante o ano, e se entregam os prémios aos melhores. Assim aconteceu, também, com a revista Paixão Pelo Vinho que, no passado dia 7 de março, juntou produtores e enólogos, para entregar os prémios aos melhores vinhos e espumantes, provados no decorrer de 2019, e celebrar numa festa vínica, que juntou mais de 1200 apreciadores de vinhos, no Hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa. 

O evento contou com a presença de uma seleção de premiados, que estiveram a dar a conhecer os seus vinhos, incluindo alguns convidados como Raríssimo By Osvaldo Amado, Quinta do Gradil e Enoport Wines, que aproveitaram a altura para fazer uma apresentação dos seus novos vinhos. Outro ponto alto do evento foi o ciclo de “Conversas com os Enólogos”, num espaço que esteve sempre esgotado e proporcionou a prova comentada de vinhos especiais, apresentados pelos seus enólogos.Foram provados e avaliados mais de mil vinhos, espumantes e aguardentes vínicas no decorrer de 2019. Destes, um total de 68 foram premiados, com maior destaque para a região do Douro, que arrecadou 28 distinções. 

A festa vínica juntou mais de 1200 apreciadores de vinhos, no Hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa.
PAIXÃO PELO VINHO PRESTÍGIO

O prémio Paixão Pelo Vinho “Prestígio”, coube a oito produtores. Entre eles, três vinhos tintos, todos DOC Douro: Costa Boal Homenagem Douro tinto Grande Reserva 2011, da Costa Boal Family Estates; Quinta da Manoella Vinhas Velhas tinto 2016, da Wine & Soul; e Quinta da Oliveirinha Vinha Franca tinto (Touriga Franca) 2013, produzido pela família Alves de Sousa. 

Apenas um vinho branco ganhou “Prestígio”, foi o Terrantez do Pico, com Indicação Geográfica Açores, da colheita de 2018, produzido pela Azores Wine Company. 

Os Vinhos do Porto Vintage 2017 também estiveram em destaque, arrecadando quatro destes prémios mais altos: Portal, da Quinta do Portal; Croft Quinta da Roeda Serikos e Taylor’s Vargellas Vinha Velha, ambos produzidos por Quinta & Vineyard Bottlers – Vinhos; e Quinta das Lamelas, de José António da Fonseca Augusto Guedes.

PAIXÃO PELO VINHO EXCELÊNCIA

A “Excelência”, prémio equivalente às habituais medalhas de ouro, foi entregue a 44 produtores. O Douro destacou-se e veio de lá o único Moscatel premiado – Adega de Favaios Moscatel 1989. A casta Touriga Nacional esteve presente em muitos dos vinhos premiados, como o Quinta da Gricha Talhão 8 tinto 2016, da Churchill Graham. A Quinta do Noval conquistou dois prémios, com os Quinta do Noval tinto Reserva 2016 e Porto Vintage 2017. Também a Quinta da Barca foi distinguida com “Excelência” para os Busto branco Grande Escolha 2017 e tinto Grande Escolha 2016. O Secretum Arinto 2018 e, do mesmo produtor, o Lua Cheia em Vinhas Velhas tinto de Vinhas Velhas Reserva Especial 2016 também foram distinguidos com ouro. Márcio Lopes Winemaker recebeu dois prémios, um para o vinho Proibido DOC Douro tinto de Vinhas Velhas Grande Reserva 2017 e para o Pequenos Rebentos Edição Especial Vinhas Velhas branco (Loureiro) Reserva 2018, DOC Vinho Verde. A casta Alvarinho foi premiada em duas interpretações: Dom Ponciano espumante Bruto Natural 2013 e Soalheiro Primeiras Vinhas 2018. 

A Bairrada destacou-se, com dois prémios para a Adega de Cantanhede: Marquês de Marialva Edição Especial 65 Anos, tinto Garrafeira 2001, da casta Baga; e Marquês de Marialva tinto de Vinhas Velhas Grande Reserva 2013. A região Tejo ficou bem representada, entre outros, pelos vinhos Desalmado tinto 2013 e pelo Bridão Private Collection tinto 2016, ambos da Adega do Cartaxo. 

O Scala Coeli tinto 2015, produzido pela Fundação Eugénio de Almeida; o Monte da Capela 18 Anos tinto Grande Reserva 2016, da Casa Clara; e Mamoré de Borba tinto Grande Reserva 2015, da Sovibor, são bons exemplos de vinhos imperdíveis nascidos no Alentejo. 

A ilha do Pico também brilhou com o Vinha Centenária branco 2017, as Azores Wine Company. Estes são apenas alguns exemplos, entre os melhores vinhos, premiados com Excelência.

PAIXÃO PELO VINHO ESCOLHA

Os prémios “Escolha” valorizam as melhores relações qualidade-preço, foram distinguidos 16 vinhos, como Castelo D’Arez Colheita Selecionada tinto 2016 e branco 2017, da Sociedade Agrícola da Arcebispa, e os Camolas Selection branco Reserva 2018 e tinto Reserva 2017, produzidos pela Adega Camolas, todos da Península de Setúbal, região que se destacou. A lista completa com todos os premiados, pode ser consultada na próxima edição da revista Paixão Pelo Vinho, nas bancas no final de março. Pode consultar todos os premiados na página seguinte.

Foram provados e avaliados mais de mil vinhos, espumantes e aguardentes vínicas no decorrer de 2019. Destes, um total de 68 foram premiados, com maior destaque para a região do Douro, que arrecadou 28 distinções. 
QUALIDADE E VALOR

Para Maria Helena Duarte, fundadora e diretora da revista Paixão Pelo Vinho, “é fundamental reconhecer a qualidade, já que os prémios para além de valorizarem os vinhos e exponenciarem a sua procura nos mercados, interno e externo, dinamizando a economia, também ajudam os apreciadores a escolher os vinhos certos para cada ocasião”. Já João Pereira Santos, diretor adjunto da publicação, destaca que “a qualidade dos vinhos portugueses está cada vez melhor, posicionando-os entre os melhores do mundo!”.

Com tantos e tão bons vinhos, não vão faltar razões para juntar família e amigos em jantares especiais, convívios, boas conversas e grandes brindes! Pode sempre ir acompanhando a seleção de vinhos através do nosso novo website: www.revistapaixaopelovinho.com.



> texto PPV > fotografia Ernesto Fonseca e Sérgio Sacoto
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